Comunidades Judaicas da Etiópia 

 

Por Shoshana C.

 

Nos Estados Unidos há judeus negros que para lá se dirigiram após a segunda guerra mundial.

No Brasil não temos notícias, mas podem ter sido trazidos na época da escravidão.

Os cristãos novos vindos de Portugal na época da Inquisição, podem ter ido para a Guiné, Congo Angola e outros países, bem como para o Brasil. A Inquisição tinha um alcance menor nestes países e então formaram com a população local seu judaísmo se miscigenando.

Em maio de 1991 cerca de 14200 membros judeus da Etiópia ,foram trazidos para Israel em missões secretas. Por cerca de 3000 anos os judeus da Etiópia, que se auto denominam Beta Israel mantiveram sua fé e identidade, lutando em guerras tribais. É dito que faziam parte de uma das dez tribos perdidas.

Atualmente cerca de 126000 etíopes vivem em Israel.

Após chegarem em Israel passam de 12 a 18 meses em centros de adaptação.

Dificuldades houve e há, apesar de teoricamente saírem desses centros preparados para uma vida independente de sobrevivência. Há sucessos e insucessos como acontece individualmente no dia a dia das pessoas.

Novidade é que o rabino negro Capers Funny de Chicago,convertido ao judaísmo e primo da Primeira Dama dos Estados Unidos ,Michele Obama,tornou-se o primeiro rabino chefe negro do século XXI que atuará como chefe da comunidade judaica negra mundial, com filiais no Caribe, África do Sul, Uganda Nigéria.

Seu grande objetivo é incentivar laços mais estreitos com a comunidade etíope que migrou para Israel; essas metas estão sendo discutidas com os representantes israelenses em sua viagem atual a Israel.

 
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